Inundação misteriosa resolvida
Uma misteriosa inundação alagou os escritórios do Santa Monica’s Pier Aquarium uma instituição de pesquisa cujos aquários estão abertos a visitação pública. Na manhã de vinte e cinco de fevereiro de 2009, a primeira coisa que Aaron Kind percebeu foi que alguma coisa tinha dado muito errado na noite anterior.
Localizado ao nível do mar em um pier, em uma praia, o aquário de Santa Monica é o lugar ideal para conhecer a vida marinha. Suportado por verbas privadas e governamentais e atualmente operado por uma instituição não governamental a equipe do aquário desenvolve pesquisas importantes sobre a vida marinha da região e atende um grande número de estudantes em seus programas educacionais sobre a vida marinha e a preservação do meio ambiente.
Naquela terça-feira, ao chegar para o trabalho os funcionários encontraram um grande problema. Os escritórios estavam inundados com até 30cm de água.
Imediatamente o Sr. Kind comunicou o ocorrido aos superiores, ainda em suas casas e começou escoar a água. A polícia foi chamada e junto com os funcionários do aquário inciaram uma investigação criminal.
Área isolada, pistas levantadas, cientistas em conferência e, depois de longas horas de apreensão descobriram a vândala.
A criminosa fora uma fêmea de polvo, normalmente muito curiosa e ativa, que abrirá uma válvula em seu tanque permitindo que milhares de litros de água inundassem o aquário. Provando, de uma vez por todas, que polvos são animais muito inteligentes e que o mesmo não pode ser dito de projetistas de aquário.

A foto em questão é de um animal da mesma espécie e do mesmo aquário. Fotos da meliante e da cena do crime podem ser econtradas no flickr



Já vi em algum lugar que polvos conseguem abrir um vidro com tampa de rosca.
Oi Raphael, eu também vi, faz uns 15 anos, ou mais, que um instituto do Japão demonstrou isso. Depois vários pesquisadores repetiram a experiência. Não sei se esse vídeo é real, mas aqui está um vídeo com vários testes. http://www.youtube.com/watch?v=T8cf7tPoN5o obrigado por ler o depijama