Molécula essencial a formação da vida encontrada fora do sistema solar.

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O Projeto IRAM (Radiotelescópio) da França anunciou a descoberta de uma molécula essencial a formação da vida como a conhecemos em uma área da nossa galáxia a 20.000 anos luz.

A molécula descoberta é o glicolaldeído (CH2OHCHO), trata-se de uma molécula composta por oito átomos que pode ser combinada para formar açúcares mais comuns como a glicose que pode ser encontrada nas frutas ou a ribose  que está na base do material genético (RNA e DNA) de todos os seres vivos.

CREDIT: Bill Saxton, NRAO/AUI/NSF

Foto de: Bill Saxton, NRAO/AUI/NSF

A descoberta nessa região da galáxia é importante primeiro porquê a área em questão é uma região relativamente tranqüila da galáxia, sem grandes cataclismos o que poderia garantir tempo suficiênte para a geração da vida. Segundo porquê confirma uma descoberta anterior. Se essa molécula for comum no universo há grandes chances que a vida como conhecemos também o seja.

Notícia Original

Para Saber Mais: IRAM, Radiotelescópio, Descoberta Anterior

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3 thoughts on “Molécula essencial a formação da vida encontrada fora do sistema solar.

  1. Muito boa pergunta, obrigado. Funciona mais ou menos assim: Moléculas emitem ou refletem diferentes componentes da luz visível ou não. Então se observarmos a luz de uma determinada área poderemos saber como ela é composta. Infelizmente, graças a grande quantidade de poeira estrelar e da interferência da nossa própria atmosfera a luz não é a melhor opção para isso. Contudo, o fenômeno de absorção também é singular em comprimentos de onda menores do espectro eletromagnético e é ai que entram os radiotelescópios, estudando essas ondas e comparando como são elas são afetadas pelas moléculas aqui, podemos achar o mesmo efeito lá. Em linhas muito gerais é isso, obrigado novamente, vou escrever um artigo sobre isso. Gostei da idéia.

  2. Muito boa pergunta, obrigado. Funciona mais ou menos assim: Moléculas emitem ou refletem diferentes componentes da luz visível ou não. Então se observarmos a luz de uma determinada área poderemos saber como ela é composta. Infelizmente, graças a grande quantidade de poeira estrelar e da interferência da nossa própria atmosfera a luz não é a melhor opção para isso. Contudo, o fenômeno de absorção também é singular em comprimentos de onda menores do espectro eletromagnético e é ai que entram os radiotelescópios, estudando essas ondas e comparando como são elas são afetadas pelas moléculas aqui, podemos achar o mesmo efeito lá. Em linhas muito gerais é isso, obrigado novamente, vou escrever um artigo sobre isso. Gostei da idéia.

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